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quinta-feira, 11 de abril de 2013

Review: Perfume "Viva La Juicy"


Estou de volta!

Na verdade já cheguei no domingo de madrugada, depois de uma viagem de carro enorme e cansativa, de Madrid para Lisboa, com paragem em Coimbra. Nos últimos dias estive k.o. e fartei-me de dormir a toda a hora e a qualquer momento.

Quero contar-vos sobre a viagem mas, como estes relatos são bem mais giros se forem acompanhados com fotografias, ainda vou ter de esperar pelo início da semana que vem, quando espero ter recolhido todas as fotos das 5 máquinas que estiveram ao serviço este fim-de-semana.

Até lá aproveito para vos fazer uma breve review do perfume da “Juicy Couture”, de nome “Viva la Juicy”, que me foi oferecido no Natal.   

Desde que esta marca apareceu em Portugal (podem encontrá-la no “El Corte Inglés”) que ando em pulgas para comprar lá alguma coisa. Como precisava de um perfume e os perfumes da Juicy (apesar de serem carotes) cheiram muito bem, lá pedi um ao Pai Natal.



O frasquinho é um mimo e veio com oferta de um creme hidratante com o mesmo cheirinho. O cheiro é delicioso mas, agora vem a parte chata. Para se conseguir cheirar alguma coisa durante mais de 5 minutos é necessário meter mesmo muito perfume de uma vez… O que faz com que o frasco se gaste num instante. Comecei a usá-lo em Janeiro e em Março já não tinha nada. Estou um bocadinho desiludida e com vontade de reclamar na loja. Por isso decidi escrever este post.

Agora tenho de ir comprar outro. Queria algo diferente.
Sabem aquelas pessoas que passam na rua e deixam um rasto de perfume óptimo? Queria algo assim. Alguém me sabe aconselhar algum? 

terça-feira, 19 de março de 2013

Teatro: "Peter Pan" de Filipe La Féria



Gosto muito de ir ao teatro. Cresci a ir ao teatro. 

O primeiro que assisti foi a “Branca de Neve”, no teatro Villaret. Era muito pequenina e tive medo da bruxa má. A minha mãe foi obrigada a sair comigo da sala porque eu estava bem assustada. Pior foi a emenda que o soneto, pois quando saímos demos de caras com ela cá fora a preparar-se para entrar em cena. 

Mas isso não fez com que eu deixasse de ir ao teatro. Lembram-se daquelas peças no Maria Matos que ia a escola toda? Adorava. E quando a escola não ia, ia com a família. Via todas.

A chatice foi que comecei a crescer e os teatros para crescidos em Portugal deixaram de ter piada. De vez em quando ainda dou uma vista de olhos ao que está em cena, mas só os nomes das peças fazem-me logo perder a vontade de comprar o bilhete, seja para o que for. 

Na semana passada, numa conversa com amigas, decidimos voltar aos velhos tempos e ir ver uma peça para crianças. Fomos ver o musical “Peter Pan”, de Filipe La Féria, ao teatro Politeama.

Nunca tinha visto uma peça do La Féria e devo dizer que, apesar das vozes um pouco abebezadas dos actores, gostei bastante. Estavam lá muitas crianças, mas também lá vi muita gente da nossa idade, por isso nem me senti muito allien

O próximo fim-de-semana é o último em que esta peça está em cena. Se pensarem em ir ver, aconselho a que comprem os bilhetes com antecedência, quanto mais não seja para evitarem a fila enorme que se cria para a bilheteira à hora do espectáculo. 

Depois da peça, como não podia deixar de ser, acabámos a comer um gelado no Santini que, juntamente com os da Häaggen Dazs e do Surf, são os meus gelados preferidos de momento, em Portugal. 


domingo, 10 de março de 2013

Filme: "Prometo Amar-te"



Na sexta-feira passada, eu e umas amigas juntámo-nos, à tarde, para comemorar o Dia da Mulher. Como estava um dia chuvoso, acabámos por ficar por casa a comer uns docinhos e a ver um filmezito, assim daqueles para o romântico que a maior parte de nós, raparigas, tanto gosta!

Escolhemos o “Prometo Amar-te”, ou em inglês “The Vow”.

 


Aviso já que não é um filme para rir nem é nenhuma comédia romântica! Mas também não é um daqueles filmes do Nicholas Sparks que, antes de começarmos a ver, temos de verificar se a nossa munição de lenços está em dia porque já sabemos que vai morrer alguém muito bonzinho com alguma doença horrível. 

Gostei bastante do filme. Para mim, a principal estrela foi mesmo o Channing Tatum que fez um papelaço do caraças. Tive mesmo imensa pena do homem ao longo dos 104 minutos que durou o filme. Não vou aqui contar tudo o que se passou, mas a história é sobre um casal que tem um acidente de carro e quando ela acorda não se lembra de nada dos últimos 5 anos da sua vida (incluindo dele). O que me chamou ainda mais a atenção foi mesmo o facto de o filme ser baseado numa história real e de, no final, apresentarem a família em que ele foi baseado.

 
 


Foi uma tarde bem passada e a repetir!