terça-feira, 26 de março de 2013

Anita em Busca do Melhor Bolo de Chocolate de Lisboa – Parte I “Hard Rock Café”


Há uns tempos atrás, uma amiga propôs-me um desafio: encontrar o melhor bolo de chocolate de Lisboa. 
O plano era simples e foi rapidamente delineado – provar os bolos de chocolate famosos da cidade e eleger o melhor.

Fizemos então uma lista dos sítios onde queríamos ir e decidimos iniciar a nossa demanda.
A nossa primeira paragem? O Hard Rock Café de Lisboa, nos Restauradores.

Quem já conhece sabe que não é barato, mas é um sítio com muita pinta. 
A tarde estava chuvosa e nada melhor para nos animarmos que um “Hot Fudge Brownie”.


O brownie é bom, vem quentinho, tem muito chantilly, algumas nozes à mistura, springles de chocolate e uma cereja no topo.

Custa cerca de 8€, mas aviso já que é grande! Nós as duas decidimos dividir um e ainda bem, porque ao fim de umas quantas colheradas já estava um bocado enjoada com aquele chocolate todo.

Aconselho, é saboroso, mas espero vir ainda a comer melhor ao longo desta investigação, da qual vos manterei, certamente, actualizados!


P.S.: Se alguém tiver sugestões de sítios a visitar e a experimentar, faça o favor de ditar da sua sentença aqui nos comentários!

terça-feira, 19 de março de 2013

Teatro: "Peter Pan" de Filipe La Féria



Gosto muito de ir ao teatro. Cresci a ir ao teatro. 

O primeiro que assisti foi a “Branca de Neve”, no teatro Villaret. Era muito pequenina e tive medo da bruxa má. A minha mãe foi obrigada a sair comigo da sala porque eu estava bem assustada. Pior foi a emenda que o soneto, pois quando saímos demos de caras com ela cá fora a preparar-se para entrar em cena. 

Mas isso não fez com que eu deixasse de ir ao teatro. Lembram-se daquelas peças no Maria Matos que ia a escola toda? Adorava. E quando a escola não ia, ia com a família. Via todas.

A chatice foi que comecei a crescer e os teatros para crescidos em Portugal deixaram de ter piada. De vez em quando ainda dou uma vista de olhos ao que está em cena, mas só os nomes das peças fazem-me logo perder a vontade de comprar o bilhete, seja para o que for. 

Na semana passada, numa conversa com amigas, decidimos voltar aos velhos tempos e ir ver uma peça para crianças. Fomos ver o musical “Peter Pan”, de Filipe La Féria, ao teatro Politeama.

Nunca tinha visto uma peça do La Féria e devo dizer que, apesar das vozes um pouco abebezadas dos actores, gostei bastante. Estavam lá muitas crianças, mas também lá vi muita gente da nossa idade, por isso nem me senti muito allien

O próximo fim-de-semana é o último em que esta peça está em cena. Se pensarem em ir ver, aconselho a que comprem os bilhetes com antecedência, quanto mais não seja para evitarem a fila enorme que se cria para a bilheteira à hora do espectáculo. 

Depois da peça, como não podia deixar de ser, acabámos a comer um gelado no Santini que, juntamente com os da Häaggen Dazs e do Surf, são os meus gelados preferidos de momento, em Portugal. 


sábado, 16 de março de 2013

Wishlist: Mala Ted Baker


Conheci a marca Ted Baker London num passeio pelos Selfridges com umas amigas, quando estive em Londres no Inverno do ano passado. Tem coisas muito giras! Uma das suas imagens de marca são os lacinhos!

Em Portugal existe no El Corte Inglès, no piso de moda senhora. Sempre que lá vou faço questão de passar por esta secção. Pena ser quase tudo tão carote.


sexta-feira, 15 de março de 2013

Quando nos Afogamos nos Nossos Pensamentos


Nunca se sentiram a afogar nos vossos próprios pensamentos? 

Vem de mansinho… Muitas vezes começa com a conversa mais inocente com um amigo, ou com algo que viram na televisão, algo que leram numa revista, num livro, um comentário que ouviram na rua a um desconhecido… Outras vezes vem de dentro, de uma preocupação, algo que achamos que devia estar a correr de certa maneira e não está. Esse estímulo bate lá dentro, naquele ponto sensível que desencadeia um chorrilho de pensamentos nada agradáveis que, principalmente se estivermos sozinhos, tem o dom de nos fazer perder neles e de nos fazer esquecer as coisas boas que nos rodeiam, tira-nos a vontade de agir, faz-nos perder o sono e a vontade de comer. Só nos fica a apetecer enroscar num canto quentinho e não fazer nada. Ficar ali, enquanto a nossa mente trabalha furiosa a 100km/h a buscar mais e mais problemas para acrescentar aos que já nos estão a incomodar. 

Isto acontece muito comigo. Dizem que a casa dos 20 é a melhor altura da nossa vida. Até pode ser (apesar de eu não concordar muito com isso), mas também é uma altura má, em que tudo está em mutação, em que somos obrigados a tomar decisões importantes quando estamos cheios de incertezas, a nos desenvencilharmos por nós mesmos, em que existe toda uma pressão da sociedade para seguirmos um só caminho, para sermos de certa maneira, para nos comportarmos como adultos formados quando ainda temos tanto de criança dentro de nós, tantas dúvidas, tantas incertezas, tanto que queremos experimentar e descobrir… Mesmo rodeados de amigos e de pessoas que nos querem bem, o caminho da vida pode ser um caminho muito solitário, em certas alturas…

E que faço eu nestes momentos, perguntam vocês? Meto-me na cozinha e faço um bolo, vejo um filme, vou dar uma volta. 

E vocês? Que fazem vocês?

domingo, 10 de março de 2013

Filme: "Prometo Amar-te"



Na sexta-feira passada, eu e umas amigas juntámo-nos, à tarde, para comemorar o Dia da Mulher. Como estava um dia chuvoso, acabámos por ficar por casa a comer uns docinhos e a ver um filmezito, assim daqueles para o romântico que a maior parte de nós, raparigas, tanto gosta!

Escolhemos o “Prometo Amar-te”, ou em inglês “The Vow”.

 


Aviso já que não é um filme para rir nem é nenhuma comédia romântica! Mas também não é um daqueles filmes do Nicholas Sparks que, antes de começarmos a ver, temos de verificar se a nossa munição de lenços está em dia porque já sabemos que vai morrer alguém muito bonzinho com alguma doença horrível. 

Gostei bastante do filme. Para mim, a principal estrela foi mesmo o Channing Tatum que fez um papelaço do caraças. Tive mesmo imensa pena do homem ao longo dos 104 minutos que durou o filme. Não vou aqui contar tudo o que se passou, mas a história é sobre um casal que tem um acidente de carro e quando ela acorda não se lembra de nada dos últimos 5 anos da sua vida (incluindo dele). O que me chamou ainda mais a atenção foi mesmo o facto de o filme ser baseado numa história real e de, no final, apresentarem a família em que ele foi baseado.

 
 


Foi uma tarde bem passada e a repetir!